Novas regulamentações sobre chatbots de IA no Reino Unido
No dia 16 de fevereiro, o governo britânico anunciou novas regulamentações para chatbots de inteligência artificial, com o objetivo de proteger crianças e outros usuários. O Primeiro-Ministro destacou que a ação anterior tomada em relação a uma plataforma enviou uma mensagem clara de que nenhuma plataforma terá um tratamento especial.
Medidas para proteger crianças
As novas medidas visam fechar lacunas legais que colocam crianças em risco, estabelecendo uma base para ações futuras. O governo se compromete a garantir a segurança das crianças online, especialmente em um mundo digital que evoluiu rapidamente e é moldado por plataformas poderosas e tecnologias em rápida mudança.
Entre as novas regras está uma ação rigorosa contra conteúdo ilegal gerado por IA, que obrigará os provedores de chatbots a seguir a Lei de Segurança Online, aprovada em 2023, antes do surgimento generalizado dos chatbots de IA.
Consequências e novas regras
O governo também anunciou limites mínimos de idade para plataformas de mídia social, restrições em recursos como rolagem infinita e limitações no uso de chatbots de IA e acesso a VPNs por crianças. Além disso, as empresas de mídia social serão obrigadas a manter dados após a morte de uma criança, a menos que a atividade online esteja claramente não relacionada ao falecimento.
A importância da regulamentação
O objetivo dessas regras é proteger o bem-estar das crianças e ajudar os pais a navegar na complexidade das mídias sociais. Especialistas apontam que o governo do Reino Unido está mudando sua abordagem, regulando não apenas o uso de tecnologias, mas também o próprio design e comportamento dessas, reconhecendo os perigos associados a elas.
A Secretária de Tecnologia enfatizou a necessidade de agir rapidamente, dada a rápida evolução da tecnologia, afirmando que o governo está determinado a não esperar para tomar as medidas necessárias para proteger as famílias.
Conclusão
As novas regulamentações sobre chatbots de IA representam um passo significativo na proteção dos usuários mais vulneráveis, especialmente as crianças, à medida que a tecnologia continua a avançar e a moldar o nosso cotidiano.